Ao longo da história, os elefantes foram utilizados pelo Homem para
várias funções, como transporte, entretenimento e guerra. Os elefantes de guerra foram uma peça táctica importante antes da generalização da artilharia, principalmente nos exércitos de Cartago e do Império Aquemênida. O general Aníbal considerava os animais excelentes para os combates militares, embora não apresentassem resistência ao frio. Foi através de Alexandre, o Grande que os elefantes de guerra chegaram ao Ocidente, em 325 a.C.
Apesar destes usos, o elefante não é um animal doméstico,
na medida em que não é criado em cativeiro. Quase todos os elefantes ao
serviço do Homem foram ou são animais domados, isto é, nascidos em
liberdade e adaptados às várias funções. Os motivos da falta de sucesso
da domesticação
dos elefantes incluem as despesas elevadas de manutenção, o longo
período de gestação e crescimento e o temperamento por vezes violento
destes animais. É por causa da sua personalidade que a grande maioria
dos animais domados são fêmeas; em contrapartida, elefantes de guerra
eram (e, ainda hoje, normalmente são) exclusivamente machos.
