No Egito
nasceu a arte da elaboração do perfume. Por volta de 2000 a.C., os
primeiros clientes foram os faraós e os membros importantes da corte,
logo, o uso do perfume se difundiu, trazendo um agradável toque de
frescor ao clima quente e árido do Egito.
A necessidade de contar com essências refrescantes tornou-se tão
fundamental que a primeira greve da história da humanidade foi
protagonizada em 1330 a.C. pelos soldados do faraó Seti I, que pararam
de fornecer unguentos aromáticos. Pouco depois (1300 a.C.), coube ao
faraó Ramsés II enfrentar uma revolta de peões em Tebas, que estavam
indignados com a escassez de rações, de comida e de unguentos.


