Virginia Woolf
declarou que os historiadores tendiam a ignorar as experiências
privadas; a despeito disto, Stephen Kern é um historiador que foge a
esta máxima, abordando a temática do amor; segundo ele, apesar do
sentimento ter uma natureza amorfa, multifacetada e até invisível por
vezes, também "tem uma história" - ideias que tomam por base as
premissas existencialistas em Heidegger, argumento que o amor no Ocidente é uma experiência mais "autêntica" entre 1847 até 1934 - propondo que os amantes modernos são mais livre e mais autorreflexão do que os da era vitoriana.
