Acredita-se que o Elasmotherium deu origem ao mito moderno do Unicórnio, como descrito por testemunhas na China e Pérsia.
Apesar de provavelmente ter sido extinto na pré-história, de acordo com a enciclopédia sueca Nordisk familjebok,
publicada de 1876 a 1957, e com o cientista Willy Ley, o animal pode
ter sobrevivido o suficiente para ser lembrado em mitos do povo russo
como um touro com um único chifre na testa.
Ahmad ibn Fadlan, viajante muçulmano
cujos escritos são considerados uma fonte confiável, diz ter passado
por locais onde homens caçavam o animal. Fadlan, inclusive, afirma ter
visto potes feitos com chifres do unicórnio.
Em 1663, perto de uma caverna na Alemanha,
foi encontrado o esqueleto de um animal que, especulava-se, seria um
unicórnio. As ossadas encontradas na Alemanha eram possivelmente de Mamute com outros animais, montados por humanos de forma equivocada.
A caveira estava intacta e com um chifre único no meio, preso com
firmeza. Cerca de 100 anos depois, uma ossada semelhante foi encontrada
perto da mesma caverna. Os dois esqueletos foram analisados por Gottfried Leibniz, sábio da época e grande cientista (ao nível de Sir Isaac Newton), que declarou que (a partir das evidências encontradas) passara a acreditar na existência de unicórnios.
As presas de narvais
capturados nas águas do Ártico circulavam por toda a Europa medieval
como prova da existência de unicórnios. Tais presas seriam dotadas de
poderes mágicos e curativos.
























