A planta tem teor elevado em alguns antioxidantes. A fruta, conhecida pelo seu alto nível de vitamina C, é utilizada para fazer xarope, chá e marmelada.
Tem sido estimulada no estado selvagem ou cultivada para a produção de
vitamina C a partir dos frutos (muitas vezes como xarope de baga
de rosa), especialmente em tempos de escassez ou de guerra. A espécie
também foi introduzida noutras latitudes temperadas. Durante a Segunda Guerra Mundial, nos Estados Unidos,
a rosa-canina era plantada nos chamados «jardins-vitória» e ainda
ocorre espontaneamente por todo o país, em bermas de estradas e zonas
húmidas e arenosas, acima e abaixo da orla costeira. Na Bulgária, onde abunda, as bagas são aproveitadas para fazer vinho doce e chá.
Na medicina tradicional austríaca, utilizam-se para produzir uma
infusão destinada ao tratamento de infeções virais e doenças dos rins e do trato urinário.
Por vezes, utilizam-se variedades desta planta em enxertia, quer como «cavalo» (o porta-enxerto
das variedades cultivadas) quer como broto enxertado. A planta selvagem
é utilizada no coberto vegetal ou como estabilizadora em programas
especializados de recuperação de terras e paisagismo.
Referem-se numerosos cultivares, embora haja poucos comuns na prática. O cultivar Rosa canina assisiensis é o único sem espinhos. As bagas são usadas como aromatizante na cockta, uma bebida não-alcoólica eslovena.

