Os cavalos na Europa tiveram o seu primórdio na Ásia
e também na Península Ibérica. Segundo um estudo, estes,
concentravam-se na Península Ibérica devido a esta ter uma floresta
menos densa do que a restante Europa,
há milhares de anos atrás. Este estudo foi conduzido por Cristina Luís
(dos Museus da Politécnica da Universidades de Lisboa) e Maria do Mar
Oom (do Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da
Universidade de Lisboa), entre outros. O trabalho efetuado por esta
equipe foi publicado na revista PLoS ONE.
A existência dos cavalos na Península Ibérica vem de há cerca de 6.000
anos atrás. Segundo o estudo, os cavalos asiáticos e os Ibéricos terão
influenciado os cavalos europeus. É de salientar também a evolução do
homem juntamente com este animal, na sua evolução e sua utilização para
as mais variadas tarefas como: viagens de longa distância, na agricultura, no comércio e na guerra. O cavalo teve assim enorme importância na história do homem. O estudo avaliou, geneticamente, 24 raças de cavalos europeus e asiáticos. O objetivo terá sido investigar as ligações genéticas para apurar a história do cavalo e a sua história nas civilizações
humanas, tendo também a intenção de preservar este animal. Os cavalos
lusitanos eram conhecidos desde a antiguidade pelos gregos e romanos.
Nos dias de hoje já não se encontram cavalos selvagens na Europa,
apesar de o mais próximo disso, ser, cavalos a “andarem” livremente. São
esses, os “Garranos” que podem ser vistos no Norte de Portugal, mas os Garranos, são propriedade de alguns senhores.


