A navegação em terra, apesar de importante, nunca ofereceu os
desafios e os perigos da navegação marítima. A ausência de pontos de
referência e os inúmeros riscos envolvidos na navegação marítima,
levaram várias civilizações, separadas no tempo e no espaço, a
desenvolverem várias técnicas de navegação, adequadas às suas
embarcações e áreas de navegação.
As primeiras técnicas de navegação eram visuais, baseadas em pontos conspícuo; no que se pode levantar historicamente, pelos navegantes da Fenícia (habitantes de Tiro, cidade nomeada na Bíblia) e Egito, também nomeado na Bíblia; posteriormente, foram introduzidas as direcções dos ventos dominantes.
Quando se juntavam estas informações com destinos, obtinha-se um
primeiro, e rudimentar, conjunto de informações com os quais era
possível traçar uma rota, aperfeiçoamento dos Vikings.
A transmissão destas informações de um piloto para outro, ou de
geração em geração, levaram à criação de Roteiros, Regimentos e mapas.
As primeiras cartas náuticas foram os portulanos, nos quais estão indicados rotas entre portos, herança Viking, desenvolvidas na histórica Escola de Sagres.
