As ciências biológicas tem modelos de amor que o descrevem como um instinto de mamíferos, tal como fome ou sede.
Na psicologia vê-se o amor como mais de um fenômeno: social e cultural.
Há provavelmente elementos de verdade em ambas as posições - o amor é
certamente influenciada por hormônio s (tais como oxitocina), neurotransmissores (como NGF), e Feromônios, bem como a forma de pensar das pessoas o que faz com que estas se
comportem com relação ao amor de maneira influenciada por suas
concepções do que é o amor.
